quinta-feira, julho 16, 2015
Mauro Santayana: A GUERRA DAS DROGAS, O ESTADO-COVEIRO E O ESTADO-PRISÃO.
terça-feira, julho 14, 2015
Bons ventos, soprando da lavra rica...!
estendido como olhares pedintes
a partir dos meus descendentes/dentes/entes famintos
da tribo de caim a mesma de abel
prontos para lacerar-te completamente em mim
quero imitar-te
quem me dera o veneno
prudente/rudente/ente da tua serpente
que rasteja no semiárido tatuado
da tua nuca errante
estou aqui
para te dizer
daquilo que tremeu/ meu/eu à deriva
gritando em silêncio no tumulto
que balança entre a frieza do mármore
e a paixão de um verso e vice-versa
sábado, julho 04, 2015
quinta-feira, julho 02, 2015
RUA PITANGUY.docx
Mais uma participação de peso, pessoa assim indo do A ao Zénite calor Kalil,
colado ali no instante, tanto tempo porá temporalidades no menu das nossas refeitas ações dos improvisados encontros pra sempre...
pre estabelecidas as latitudes, longas atitudes de querer ser/descrever discursos im-perfeitos porque feitos na hora do amor.
Vai lá!!!
Caro Vá, conforme combinado, estou te enviando o texto em anexo, sou péssimo para guardar datas, fatos e nomes , por isso, resolvi fazer aquilo que sei melhor, lidar com o fato emocional, onde cada detalhe tem a pegada da minha alma, decidi narrar a partir da rua, era ela quem me dava o mote o tempo inteiro, assim eu falei de cada um de nós, muitos que eu esqueceria, não saberia declinar nomes, fatos perdidos no balaio da memória, assim ficou tudo claro para mim como a luz azul da lua que nos dá o dia quando a noite vem.
Sinceramente,
wellington kalil
terça-feira, junho 30, 2015
Modernidade, filosofia, internet e Educação...
quinta-feira, junho 25, 2015
Contos da Sagrada: Naqueles tempos...
Petrônio deixou seu depoimento...
Anima aí, galera!!!
CONTOS DA SAGRADA
(ou SAGRADOS CONTOS)
Petrônio
“Eram outros tempos?
Sim!
Mas estão esquecidos, anacronicamente desbotados.
Eramos outros?
Sim. Cheios de esperança, confiantes … e muito mais ingênuos!! broken!!
O que mudou?
Mudou tudo. É tudo outra coisa, distante daquilo que imaginamos….
E dai? O que virá?
Impossível prever! Só nos cabe perseverar, lutar….
É nossa saga:
Mudar tudo! O nosso mundo pessoal e o mundo exterior também.
E vamos seguir tentando … apesar dos percalços, dos retrocessos e das perdas.
Agora, de forma mais ponderada, e mais silenciosa.
O norte é o mesmo: mudar internamente. E o resto virá por acréscimo.
As vivências são inestimáveis …; é um aprendizado que não se perde e não tem fim...”
“No início, olhávamos pra frente, sempre.
No meio da jornada, muitas vezes já não se olhava detidamente, pois era preciso pressa.
Hoje, o que vemos realmente, objetivamente?”
Pra que, porquê registrar coisas do passado?
Falar do passado, por melhor que seja este passado, é uma forma de ficar preso.
E é preciso mudar, seguir em frente.
Outro risco considerável é falar de algo que não foi objetivamente observado, e tomar esta lembrança psicológica, incerta, imprecisa, como verdade.
Bom, isto é complexo. E não há uma resposta objetiva, simples para esta questão.
Assim, vamos deixar claro: tudo aqui é ficção, obra sem qualquer relação com a história e/ou com a verdade.
Eu mesmo não confio, absolutamente, em nada que escrevo. E espero, sinceramente, que todos tenham este senso crítico ao ler o que se segue.
Leiam com o ouvido atento, com os sentidos em alerta. Observem e questionem tudo. Se isto acontecer, já terá valido a pena.
Então, vamos lá!
NAQUELES TEMPOS ...
Petrônio

Idos de 1970 …
Rua Pitangui, entre ruas Coronel Júlio Pinto e Caldeira
Brant; entre Bicas e Genoveva de Souza, Belo Horizonte/MG. Esta era a nossa “Praia”: eramos os “donos”, em todos (quase todos) os sentidos!

Este espaço era nosso, dia e noite; às vezes, até bem tarde da noite... Havia um rodízio, muito dinâmico: turmas diferentes sucediam-se, aleatoriamente. Ecléticas, sem padrão de idade, sexo, etc... Jovens agrupadas naturalmente, pela vontade de estar juntos, de formar um bando … e quase tudo dava liga.
Se a “reunião” não fosse da mesma faixa etária, os mais novos compareciam para ouvir: ingerir, ruminar, digerir … O resultado, era sempre saboroso. Estimulava, excitava, preenchia.
Rolava todo tipo de conversa: tudo era permitido, nada era proibido. Este radicalismo avassalador, era uma marca. Não interessava se os mais novos estavam próximos, se as meninas ouviam, se era cedo ou tarde da noite, se alguém falava alto, se falava baixo … tudo, tudo mesmo, rolava abertamente.
Naqueles idos, tempos de ditadura militar Brasileira, de repressão e controle social, havia este espaço urbano, livre e democrático, para todo tipo de manifestação: uma benção!
Na simplicidade, na rua, sentados no meio-fio, havia tudo o que precisávamos: liberdade (garantida por Pais e Famílias de Bem), esporte (as peladas de rua, as corridas de carrinhos de rolimã, etc.), cultura (livros que passavam de mão em mão; filmes exibidos gratuitamente em BH; música, ouvida e tocada, de todos os estilos), debates e questionamentos sem fim (sobre religião, política, arte, etc...).
Esta pesquisa por conhecimento era um objetivo de todos (uns mais, outros menos): queríamos respostas, respostas para tudo. E o debate alimentava e fomentava...
Rica e intensa era a nossa vida: o clube funcionava 24 horas por dia, sempre em atividade, pulsante, rebelde, vigoroso. E recebíamos visitantes, de todos os estilos, de diversos bairros, com diferentes visões e experiências de vida. Os que iam chegando, trazidos por amigos, às vezes, por amigos dos amigos, contribuíam com biodiversidade (o quê?); sim, com experiência de vida, experiências cambiadas naturalmente, espontaneamente.E tínhamos pressa, muita pressa: queríamos viver tudo, a toda hora, intensamente …. Contraditoriamente, o tempo, essa aceleração que hoje fustiga e oprime, não exercia pressão sobre nossas vidas.
Era leve e tranquila a vida: a pressa era nossa! Não era do tempo sobre nós. Como isto acontecia, como ter pressa e não sentir o tempo contra nós? Não consigo entender, nem descrever, objetivamente: mistério muito além da minha compreensão...
Franklin: quem inventou o Brasil? Foi o povo!
Confira este vídeo no YouTube:
http://youtu.be/ib2tKz4oGb8
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sexta-feira, junho 19, 2015
quinta-feira, junho 11, 2015
Saga, inevitável
quarta-feira, maio 27, 2015
sábado, maio 09, 2015
sexta-feira, maio 08, 2015
O PT não inventou a desigualdade
Cheio de verdades que precisam ser lidas, compreendidas, refletidas.
Parece então que o que nós temos é um problema imenso de comunicação entre duas populações distintas obrigadas a coexistir.
Seria lindo se fosse só isso. E olha que isso já seria uma catástrofe depois de 515 anos empreendendo esta nossa aventura civilizatória.
Já não são bem tolerados no país fenômenos que nós não captamos, temos trauma ou consideramos (vá entender) démodé.
Agora virou circo de verdade, completinho.
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http://jornalggn.com.br/noticia/o-pt-nao-inventou-a-desigualdade-por-barbara-gancia
segunda-feira, maio 04, 2015
Link do Twitter
Deus castiga, Reinaldo Azevedo...
![]() |
| http://pataxocartoons.blogspot.com.br/ |
O artigo sordidamente apelativo de Reinaldo Azevedo, que provocou a indignação deste blog há dois dias, não apenas afirmando que Luiz Edson Fachin seria defensor da poligamia que, pior ainda, sugerindo que ele próprio a praticasse ganhou um castigo daqueles que se poderiam dizer que são divinos.
Claro que no sentido do dito popular, não no religioso.
É que o autor do livro que Fachin prefacia e que serve de pasto para a asinina argumentação de Azevedo, Marcos Alves da Silva, doutor em Direito Civil, ao resolver responder, assina o texto – publicado noDiário do Centro do Mundo – dizendo o que é: professor de Direito Civil (o livro é sua tese de Doutorado) e – ah, Reinaldo, que rata… – pastor presbiteriano.
O velho ateu aqui, a quem o tempo cada vez mais leva a agnóstico, deu boas gargalhadas com a involuntária bofetada moral que Marcos Alves dá ao lamentável rottweiler, que estudo, como se sabe Teologia na Libelu.
Aquele tapa estalado que merece a canalhice fez-se ouvir pacifica e inesperadamente, como convém para desmolarizar quem a pratica.
www.blogger.com/share-post.g?blogID=1644628384631688224&postID=6951283816378420864&target=email
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sábado, abril 25, 2015
sexta-feira, abril 24, 2015
segunda-feira, abril 13, 2015
quinta-feira, abril 09, 2015
quarta-feira, abril 08, 2015
ϟ●• História e Sociedade •●ϟ: Dos lampiões à eletricidade: mudanças no cotidiano...
domingo, abril 05, 2015
Assista a "ELIS REGINA - ÚLTIMA ENTREVISTA EDITADA - JOGO DA VERDADE" no YouTube
sábado, abril 04, 2015
quarta-feira, março 25, 2015
coutinho sagrada e campos...férteis!: Peladas da Pitangui
Republicando o texto do Zé
Peladas da Pitangui
PELADAS NA PITANGUI
Assim era nossa vida esportiva, até que a mãe do Ângelo e do Zezé ganhou o Vinícius, e ela reclamou que a gente gritava muito, não deixava o menino dormir, e proibiu o uso do gol em frente à casa dela. Tivemos que mudar o local da prática de nosso esporte pra outro lugar.
Mas, no início de 1970, um trator entrou em nosso campinho, tirou todo o mato de suas laterais e aplainou o terreno, deixando em dois níveis o espaço onde jogávamos bola e onde os pequenos faziam túneis e cabanas. Ainda jogamos umas poucas peladas no lugar aplainado, até que pedreiros, serventes, carpinteiros, máquinas e serras apareceram para construir os 4 edifícios de 3 andares que existem até hoje no local. Onde mais poderíamos jogar nosso futebol diário, a não ser na própria Rua Pitangui?
Em frente ao 2128 da Pitangui foram realizados os mais vigorosos e retumbantes clássicos peladeiros da Sagrada, nas manhãs, tardes e noites de todos os dias. E, nas tardes de sábado, jogavam conosco alguns dos senhores da rua, como o Titita, motorista do caminhão Ford 350 amarelo no qual alguns de nós fomos ao Mineirão ver o Galo vencer a Seleção Brasileira campeã mundial de 1970, o Seu Ricardo, pai do Cadinho, Marquinho, Betinho, João, Luluca, Soninha e um monte mais de boa gente, um tio desses companheiros, além do Paulista, são-paulino roxo, cunhado de nosso amigo Pipute, e quem mais quisesse jogar com a gente. Eram figuras marcantes em nossas peladas, num tempo em que não havia tanto carro subindo e descendo pelo nosso campo.
Seguiu-se a vida, eu cresci, cresceram os amigos, mudaram muitos de vida, de turma, de bairro, de cidade. A Pitangui passou a receber mais carros, o bar do Olegário foi pra esquina da Caldeira Brant com Pitangui, a árvore grande de minha casa teve que ser cortada, após causar estragos na rede de esgoto, os muros da rua se tornaram altos, amigos e parentes morreram, as peladas acabaram. Mas, de cada chute, cada grito, cada briga, cada risada, cada fuga, cada corrida maluca do Betão e do Rogério à frente dos carros, pra ver quem seria o último a sair da frente deles, cada pedacinho desses serviu para construir uma história que está marcada com uma sinceridade que demonstra que amizade se faz nas pequenas coisas, nos pequenos momentos que, quando acontecem em nossa infância e juventude, formam nosso caráter, nossa personalidade. Me sinto feliz por ter jogado pelada na Pitangui com a Turma da Pitangui.
Histórias e relatos
Amigos,
A história real é contada pelos personagens reais. Muita coisa se perde no tempo porque os personagens não deixam seus rastros, lastros e marcas. Sempre tivemos a idéia de escrever alguma coisa, contos, um romance, crônicas, qualquer coisa para falar do tempo de BH nos idos de 1965 pra frente, na ótica de uma moçada que se via e vivia produzindo coisas e tal ali na Sagrada Família. Nem que fosse só0 "palhaçada"! E isso tinha de sobra.
Registros sinceros e cheios de real vivência servem para contar e recontar a história e compor um fiel retrato de um momento.
Estamos pensando e deixar registros dessas nossas vivências na cidade de Belo Horizonte, contada a partir de um determinado ponto de vista, localizado nas vivências do povo das ruas Pitangui/Coronel Júlio Pinto/Joaquim Felício/Bicas e "adjacências". Quando dizemos adjacências queremos dizer não especificamente as geográficas, mas as adjacências humanas e sociais, amorosas e amistosas.
Por isso, todos os personagens que estiveram de alguma forma relacionados com as pessoas dessas ruas, convergindo ali na Pitangui 2128, ou na esquina com a Coronel Julio Pinto, um meio que "Clube de Esquina" também (e olha que por ali passaram Telo Borges e Nico Borges, junto com o Marcolino, de Santa Tereza). e o Pessoal do estadual Central...
Nosso intuito é o de montar uma colcha de retalhos, livres no estilo narrativo, no conteúdo, no expressar.
O Blog "http://coutinhocamposnoseoutros.blogspot.com" se prestará em centralizar as produções e escritos que forem surgindo. Sintam-se convidados. Todos!
É claro que todos os outros meios e redes sociais podem ser utilizados.
Po0dem começar a escrever suas lembranças. Quem sabe ao final não saia um "Livro"?
Abraços
terça-feira, março 24, 2015
domingo, março 22, 2015
Brasil decide futuro com base no Direito Penal do Inimigo | GGN
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sexta-feira, março 20, 2015
. Hannah Arendt,
o perdão e Israel
O autor fala de Israel, mas a máxima poderia bem ser aplicada ao Brasil. Do Diário de Notícias de Lisboa Vingança ou perdão por Viriato Soromenho Marques Foram precisos dois milénios para que a categoria cristã de perdão fosse transportada da teologia para a política. O autor da proeza foi uma mulher, a filósofa judia Hannah Arendt. Ela explicou na sua obra magistral, A Condição Humana (1958), que o perdão é um remédio para a "irreversibilidade". Na ação os seres humanos produzem, mesmo sem o desejarem, resultados que podem ser terríveis para os outros, desencadeando uma dinâmica de ódio, previsível como uma lei natural ou um relógio suíço. A vingança prende vítimas e ofensores, cada um trocando de posições em cada etapa de retaliação, a um ajuste de contas infinitamente sangrento. As eleições em Israel podem ser sempre medidas por este balancear entre a vingança, que prende ao passado, e a remota possibilidade do perdão. A história de Israel e dos palestinianos tem sido a da previsibilidade da vingança. A mãe e seu filho, vítimas colaterais de um drone israelita contra Gaza. Jovens estudantes israelitas despedaçados por um bombista suicida numa paragem de autocarro em Haifa...O perdão em política, regressando a Arendt, significa desfazer as grilhetas do ódio, libertando "tanto aquele que perdoa como aquele que é perdoado" para a possibilidade de criar um futuro. O Likud e Benjamin Netanyahu, mergulhados num discurso de hostilidade racial, representam o prolongar da rotina da vingança, até uma qualquer implosão sem regresso. Do outro lado, a União Sionista, liderada pelo trabalhista Isaac Herzog, e a Lista Conjunta das quatro formações de árabes israelitas, representam a possibilidade de um diálogo novo dentro do próprio Knesset. Separando, como queria Theodor Herzl, a identidade cívica da religiosa, defendendo um Estado de Israel aberto a todas as crenças e origens nacionais, sem pulsão teocrática ou militarista. Talvez, começar por dentro uma rota para a paz.
quarta-feira, março 18, 2015
sexta-feira, fevereiro 20, 2015
quinta-feira, dezembro 04, 2014
Pensador prisioneiro...
Que tanto se pensa?
Penso, penso tanto, tanto, tanto...tonto...embriagado nesse movimento, novamente repetitivo, vivo, volitivo, voo ativo...recorrente, acorrentado e encerrado, fluxo de baixo, subindo do submundo, underground, inconsciente, pra cima.
Tudo do plexo solar, do "animal-eu" bio bicho selvagem, querendo pensar, roubar meditações e insuflar ideias, seres fosfórico-dependentes, viciados e circulantes, ladrões subreptícios, répteis vorazes...por isso Ele disse: "Raça de víboras"...
Meu olho olha tais seres, travestidos de ideias e pensamentos, de razão para tudo, para todos os tipos de explicações...fixos, hipnotizados.
Meu olho olha e não vê a natureza real do mundo dos pensamentos, nem o nariz sente o cheiro indecente dessas criaturas sub répteis, sub elementos, sub-humanas, coloridas, fingindo serem eu mesmo. Que inocência!
O lago do meu campo interior abriga obrigações inconfessáveis...e a vida se torna uma perigosa jornada, quase infestada de infectos desejos e escondidas intenções...Afastem-se todos de mim, sou perigoso e irracional...
A vida segue...O que eu guardo escondido aqui em mim que não se importa tanto com o que eu defino como "moral" e "ético"?
Da pergunta, profundamente "filo-amante" do imenso e carente querer saber...nasce um profundo desejo, um anseio por tornar-me liberado, livre desse caos, uma Esperança de, um dia talvez, a consciência que me chama de "eu" e se expressa a partir dos meus quereres e sentires e "volires", se veja tomando decisões limpas, puras, proativas e construtivas...Desse anseio nasce unm grito, um conhecimento imenso, autofocado que me lembra o Salmo "elevo os meus olhos para os montes" pedindo um socorro sui-gêneris, um socorro purificante, ativo, que estabeleça sim uma ação consciente, apartada dos seres pensamentos confusos e antigos...E sei que eles também buscam luz.
Surge assim a voz do que "clama no deserto" exigindo de mim; "endireita os caminhos"!, prepara-te para as grandes coisas do Espírito!
terça-feira, novembro 04, 2014
Senador Inácio Aruuda
Assisti pela internet ao seu importante e esclarecedor discurso sobre a vitória da Presidenta Dilma. Foram pontos fundamentais deixados límpidos. Seria importante que, por uma divulgação que chegue a muitos brasileiros, possa ser compreendida a dimensão dessa vitória e do projeto vencedor.
Será uma pena não contar com vossa presença no parlamento brasileiro por esse próximo período.
Gostaria de receber uma cópia escrita, digital, desse belíssimo pronunciamento, par que eu possa divulga-lo entre pessoas conhecidas e interessadas.
Fico, de antemão agradecido pela atenção.
Senhor Senador Inácio Aruuda,
Estamos publicando aqui em nosso blog Familiar
https://www.youtube.com/watch?v=7t81ZAL4tAc
http://www.conversaafiada.com.br/tv-afiada/2014/10/31/senador-arruda-elogia-mino-e-blogueiros/
Todos novos em Capetinga
Olha aí o pessoal lá de antes...
O lobo da estepe - Hermann Hesse
- O lobo da estepe define minha personalidade de buscador






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Um comentário:
Se não bastasse essa barbárie praticada pelas polícias estaduais, militares e civis, estas cada vez mais militarizadas, os moradores de favelas, nacionais pobres, aqui no Rio de Janeiro, ainda têm que suportar as atrocidades cometidas pelas Forças Armadas, quando, a pretexto de "ocupar os territórios sob o domínio do tráfico", espancam e humilham a população e não produzem os resultados que se alegam para a "ocupação". Um exemplo da barbárie, da covardia insana, pode ser visto na conexão que segue: https://www.youtube.com/watch?t=233&v=xjiKM8FfPM0. Grato por sua atenção, Marco Rocio
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