domingo, dezembro 17, 2006

terça-feira, dezembro 12, 2006

Ian e Anália


Ian - o último chegado... Anália, o início, a mater, dois polos, apontando para o centro, numa referência de cruzamento entre as duas linhas, traçadas por réguas que medem a vida. O começo e o presente início... Estamos felizes, e continuando um sonho, sabendo que nada é fácil. Mil coisas, muitos momentos e desafios, fios do destino, doces hinos e hostes, a vida se apresenta de forma veloz, marcante, riscando fundo e nos levando a caminhos diferentes, conectados naquele ponto central da reta traçada. Vamos lá, tudo está acontecendo como deve ser, nossos olhos se abrem e fecham também... Vamos lá, o sentimento é verde, é o sinal que nos dá passagem, mesmo que daltônicos, erremos o tom, porém, cantamos as cores e multi-facetas que pintam na tela do globo terrstre de nossos microcosmos, arcas e barcos que vão cortando as correntezas dessa água que é a vida, mares, rios, lagos, poças, enchurradas, goteiras, garrafas de elixir. E a música do Gil canta: "pela continuidade do sonho de Adão", "se oriente rapaz, pela simples razão de que tudo merece consideração". Vamos lá, lá já chegamos, e nem saimos do lugar...
12/12/2006
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terça-feira, dezembro 05, 2006

A amizade é um amálgama fundamental...

E foram acontecendo coisas, muitas coisas.
A amizade é um amálgama fundamental para envolver os seres e dar a eles uma trajetória que pode ser a base da construção de um processo de alegria coletiva.
Disso, nós todos que fomos sendo agregados em torno da Pitangui 2128, Sagrada Família, nos constituimos como uma família, não sagrada, porém, humana, de uma humanidade fraterna, sólida, que até hoje, quando nos vemos, renasce um elã, um bom sentir que nos garante que Vivemos!!!
É isso aí! Quem duvida?!

domingo, dezembro 03, 2006

coutinho sagrada e campos

coutinho sagrada e campos

História de uma rua de meninos e meninas...

Ano de 1965...
Meu pai compra uma casa na rua Araripe, Bairro da Floresta...Ficamos por lá mais ou menos 6 meses e a família dos donos desfaz o negócio. Sentimentos de decepção a parte, foi a melhor coisa que nos aconteceu, pois, nos mudamos para a Sagrada Família bem rapidinho, para uma casa boa, em uma rua ainda limitada e sem calçamento ou pavimentação (quem te viu, quem te vê). Hoje uma lucura de trânsito. Outros tempos.
Foi aí que tudo começou, uma história de muitas histórias, muitas alegrias e tristezas também. Tinha eu 12 anos e estava sendo batizado na vivência de molecagem de rua. Até então, morávamos em um bairro popular, mais pobre. Nossos pais, com medo, não julgo se justificável, nos prendiam mais em casa.
Na Sagrada tudo mudou. Acho que meus pais relaxaram um pouco e nós também fomos crescendo, era mais difícil de segurar. Nós, irmãos e irmãs começamos a conhecer o pessoal do lugar. E aí, tem início uma história boa de contar. Tem alguém aí, a fim de contar uma pouco.
Eu tinha 12, o Zé 13, Rogério e Regina 10, Newton 9, Cláudia 7 e Valéria na rabeira, tinha só 2 anos.
Conhecemos o Angelo, o Ênio, o Ronaldinho, a Helaine, irmã do Ênio, o Betão, e a esse núcleo vieram muitos outros. Mais tarde, Alan, Kalil, Adão José, o Ló, Roberto Dias, o Fio, etc., e esta rede foi se estendendo e agregando outras tribos. O processo de crescimento de cada um foi trazendo uma vivência que se enriquecia e nós fomos acrescentando viagens, novas turmas, festas, músicas...
De cara, no natal de 1965 meu pai me deu um compacto duplo dos Beatles, Help. Tem início uma história de uma música pop que vai se sofisticando e, juntos, vamos também vivenciando uma certa sofisticação estética, ética, política e por aí vai... A música veio para ficar e nos construir.
Quem quer falar mais disso...
Tem alguém aí?

Todos novos em Capetinga

Todos novos em Capetinga
Olha aí o pessoal lá de antes...

O lobo da estepe - Hermann Hesse

  • O lobo da estepe define minha personalidade de buscador

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